A obra de Sulamita Esteliam nasce de algo raro: compromisso com a memória.
Jornalista com passagem por redações em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza e Recife, Sulamita construiu uma carreira ligada à política, economia e movimentos sociais. Mas foi na literatura que encontrou outra forma de contar histórias — histórias que muitas vezes não aparecem nos jornais.
Entre suas obras estão:
- Estação Ferrugem – sobre a região operária de Belo Horizonte e Contagem
- Em Nome da Filha – sobre violência contra a mulher
- A história de Dora e suas irmãs – um livro construído a partir dos diários de uma mulher comum, mas com uma vida extraordinária
Seu trabalho é marcado por algo muito específico: transformar memórias pessoais em memória coletiva.
Sulamita escreve para que histórias não desapareçam.
E talvez essa seja uma das funções mais bonitas da literatura: impedir que o tempo apague pessoas.
